O povo indígena Paiter Suruí, de Rondônia, está leiloando obras de arte NFT, uma estratégia para arrecadar fundos para monitorar o território Sete de Setembro e patrocinar iniciativas sustentáveis — a meta é conservar pelo menos uma área de 13 mil hectares de floresta.
A venda de obras NFT, que muitas vezes ultrapassa valores milionários, é um mercado em crescimento no Brasil.
A sigla significa “tokens não-fungíveis”, mas, em linguagem mais acessível, são arquivos com um selo digital associado, o que garante a autenticidade.
A meta é juntar dinheiro suficiente para garantir a proteção de uma parte do território e, ainda, reduzir as emissões de carbono.
Os artistas – entre indígenas Paiter Suruí e apoiadores da causa – disponibilizaram suas obras para o leilão, que encerra na próxima terça-feira (15). Alguns itens já receberam lances de até R$ 6,5 mil
Fonte: G1









