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Não há nada que possa substituir as Nações Unidas, diz presidente de Portugal

Em entrevista à ONU News, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que mundo precisa de mais diálogo e tolerância; sobre ação climática, líder português diz que é preciso pressionar atores que mais poluem e conta que quer ser lembrado como o mesmo “Marcelo” que assumiu o poder há 10 anos; ex-professor, promete voltar a ensinar em 2026, mas desta vez em escolas secundárias.

Redação por Redação
23 de setembro de 2025
em Mundo
Rebelo de Sousa está em Nova Iorque para participar do Debate Geral na Assembleia Geral da ONU. Foto: ONU News/Felipe de Carvalho Marcelo

Rebelo de Sousa está em Nova Iorque para participar do Debate Geral na Assembleia Geral da ONU. Foto: ONU News/Felipe de Carvalho Marcelo

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O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu a existência das Nações Unidas como um fórum ímpar na promoção da tolerância, do diálogo e da cooperação entre os países. Ele está em Nova Iorque para participar do Debate Geral na Assembleia Geral da ONU, no ano em que a organização completa oito décadas.

Para o líder português, que deixa o cargo em 2026, após 10 anos na Presidência do país, não há nada que possa substituir a ONU, o maior fórum internacional de multilateralismo.

A ONU é universal

“Tem de haver diálogo, tem de haver tolerância. E ou há Nações Unidas ou não há nada que possa substituir porque Nações Unidas não é só esta reunião aqui, uma vez por ano, várias vezes por ano. Não. É no terreno, na educação, na saúde, na proteção da mulher, na proteção da criança, do handicap… Tudo isso a ver que seja universal. Ser universal, quer dizer que não pode ser resolvido, por um, por dois, por três, por sete por 20, não pode.”

Uma das reuniões paralelas de alto nível nessa 80ª. Sessão da Assembleia Geral é a questão palestina e o conflito no Oriente Médio.

No domingo 21, Portugal reconheceu a criação de um Estado palestino publicamente, numa reunião em Nova Iorque.

Para o presidente Rebelo de Sousa, chegou a hora de resolver o tema de uma vez por todas. E esse reconhecimento unilateral, ao lado de outros países da Europa e de outros continentes, “deve ajudar”, segundo ele.

Estado palestino e economia azul

“Era a única via para a paz. O adiar, o deixar para depois. É a mesma coisa que não decidir e criar o facto consumado. E o facto consumado era já não ser possível o segundo Estado. E haver dois Estados é crucial para a pacificação da região. Por que agora? Porque era o último momento de ser possível. Não apenas Portugal, mas outros países europeus e até países não europeus mostrarem que é uma resposta universal.”

Para Marcelo Rebelo de Sousa, as duas partes: israelenses e palestinos já fizeram muitos acordos, mas até agora o Estado Palestino não foi criado. A resolução181, da Assembleia Geral, data de 1947 e recomendava a criação, conhecida como resolução da partilha.

Outro tema importante para Portugal nesta 80ª. Sessão da Assembleia Geral é a ação climática.

O país se destaca nesta área com promoção da economia azul, compromisso com redução de emissões de gases de efeito estufa e também realiza a troca da dívida com nações como São Tomé e Príncipe e Cabo Verde para impulsionar proteção ambiental.

Para Rebelo de Sousa, os conflitos e guerras tiraram o tema da mudança climática da agenda, e é preciso retornar o assunto para salvar o planeta, a geração atual e as futuras.

Conselho de Segurança e futuro

“É preciso forçar as grandes potências que não estão cumprindo o seu objetivo das sucessivas COPs. E é por isso que é preciso o multilateralismo porque se não houver a pressão dos mais pequenos, dos médios, dos que sofrem as emissões de carbono, se não houver um reequilíbrio na balança de poderes, e aí não é apenas o sul em relação ao norte. São aqueles que sofrem, são aqueles que produzem e que poluem e acham que isso desapareceu da agenda, essa COP vai recolocar na agenda as alterações climáticas. Saíram da agenda por causa das guerras, por causa da ideia de um ou poucos mandarem no mundo.”

Ao abordar a questão da paz e segurança internacionais, o presidente afirma que é hora de o Conselho de Segurança realizar a reforma para refletir a realidade política atual do século 21. O país, que já esteve no órgão por vários mandatos, é candidato a um assento para o biênio 2027-2028 ao lado de outras nações europeias.

Para Rebelo de Sousa, num momento em que o mundo tem 61 conflitos ativos, um número recorde desde a criação da ONU, em 1945.

Política direta

“Nunca houve, como em 2024, um ano com tanto veto para um Conselho de Segurança paralisado pelo veto significa umas Nações Unidas paralisadas. Significa um mundo paralisado.”

Ao ser perguntado sobre o futuro da política num mundo cada vez mais virtual, Rebelo de Sousa afirmou que a noção de política sem um mínimo de estrutura, organização, pode levar a uma política sem conteúdo e experiência.

“Esta liderança que é, no fundo, liderança direta saltando por cima de instituições representativas, por cima de instituições democráticas, por cima de Parlamento, por cima de partidos, por cima de juízes, por cima de todo. Um líder todo-poderoso e seu eleitorado, isso facilita a forma e não o conteúdo. Facilita a utilização de novos meios. E, portanto, o que se passa é que os mecanismos democráticos, as forças democráticas a juventude que quer a participação, a democracia, o diálogo universal, tem de entender e fazer entender aos mais velhos que fazer política hoje tem que ser diferente do que era no passado, tem que ser de outra forma, mas com conteúdo.”

Cplp e legado

Abordando a concertação política dentro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que celebra 30 anos em 2026, Marcelo Rebelo de Sousa advogou por uma comunidade mais conectada com a população ao mesmo tempo em que segue sendo um fórum multilateral. E disse que os jovens têm um papel chave nesta nova década da Cplp.

“Mais força na presença dos jovens na Cplp, mais força na componente social e econômica da Cplp.  Mais força na cultura para além do que já se faz, mais força no contacto entre os povos para não ser uma construção de de políticos, de dirigentes, de governantes, tem que descer às ruas.”

Ao perguntar como quer ser lembrado após deixar a Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu que ele quer ser visto como o mesmo Marcelo que sempre foi.

Tags: MundoONUPortugal

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