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Relatório da OMS aponta perda de décadas de vida por causa de desigualdades

Em países com as taxas mais baixas de expectativa de vida, uma pessoa viverá em média 33 anos a menos que alguém nações ricas; agência recomenda investimentos em infraestruturas e acesso universal à saúde.

Redação por Redação
8 de maio de 2025
em Mundo
Foto: Acnur/Oxygen Empire Media Production

Foto: Acnur/Oxygen Empire Media Production

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Um relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde destaca que causas subliminares de uma saúde precária estão quase sempre associadas a fatores além do setor como qualidade da moradia, educação e oportunidades de empregos.

O documento “Relatório Global sobre Determinantes Sociais da Equidade de Saúde” mostra que esses determinantes podem levar a uma redução dramática da expectativa de vida, em até algumas décadas, nos países de rendas alta e baixa.

Fatores genéticos têm menos força

Um dos casos citados pelo estudo é o fato de alguém que nasce numa nação com baixa expectativa de vida viver, em média, 33 anos a menos que um bebê nascido num país de taxa alta.

Os especialistas da Organização Mundial da Saúde lembram que esses determinantes de equidade na saúde podem influenciar mais que os próprios fatores genéticos ou acesso à saúde.

O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, afirma que o mundo é desigual e que os locais de nascimento e crescimento, trabalho e envelhecimento têm poder sobre a saúde e o bem-estar das pessoas.  Para a agência, a desigualdade mata em grande escala.

Áreas mais pobres tendem a ter saúde pior

Mas ele acredita que pode haver mudança. O relatório da OMS recomenda estratégias baseadas em evidências e políticas que ajudem os países a melhorar os resultados do setor de saúde para todos.

Uma das conclusões do estudo aponta para a relação entre os graus de desvantagem social e os níveis de discriminação. A saúde segue uma lógica social de que quanto mais sem recursos uma área é, mais baixos serão os salários de quem vive nela.

Aqui também se calcula que os moradores daquele local terão menos escolaridade, uma saúde precária e menos tempo saudável de vida.

Essa equação é ainda mais ampla em grupos discriminados e marginalizados. Um dos exemplos é entre os povos indígenas que têm taxas mais baixas de expectativa de vida que pessoas não-indígenas em países de alta e baixa rendas.

Morte materna cai, mas ainda preocupa

O relatório do Banco Mundial é o primeiro do gênero desde 2008, quando a Comissão Sobre Determinantes Sociais de Saúde divulgou a análise final delineando os alvos para 2040 para redução de lacunas entre os países nas áreas de expectativa de vida e mortalidade materno-infantil.

Todos esses alvos não devem ser alcançados, segundo o estudo publicado nessa terça-feira pela OMS. Para a agência da ONU, crianças nascidas em países mais pobres têm 13 vezes mais chance de morrer antes dos cinco anos de idade que bebês nascidos em nações ricas.

E ainda que tenha havido um declínio de 40% no número de mortes maternas em todo o mundo, entre 2000 e 2023 países de baixa renda e renda média baixa ainda concentram 94% de todos os óbitos maternos.

Índigenas: 3 vezes mais chance de morte no parto

Mulheres de grupos em desvantagem têm mais chance de morrer durante a gravidez do que outras. Essas desigualdades persistem em termos étnicos e raciais, em alguns países. Existem áreas, onde mulheres indígenas têm três vezes mais possibilidade de perder a vida durante o parto.

Existem ainda fortes associações entre os níveis de desigualdade de gênero, casamento infantil e altos índices de mortalidade materna.

A OMS ressalta que as medidas para enfrentar a desigualdade de salários, discriminação estrutural, conflitos e crises do clima são elementos determinantes nas desigualdades de saúde pelo mundo.

Mudança climática lança mais gente na pobreza

A mudança climática, por exemplo, pode lançar até 135 milhões a mais de pessoas na extrema pobreza nos próximos cinco anos.

A agência da ONU pede mais investimentos em infraestrutura e acesso universal de saúde e para tal recomenda ações de governos, sociedade civil, setor privado e academia.

Atualmente, 3,8 bilhões de pessoas não têm proteção social adequada de saúde incluindo benefícios como licença médica, cuidados para uma criança doente, o que tem impacto direto no resultado da saúde delas próprias.

Para a OMS, medidas que possam enfrentar determinantes como migrações, desafios e oportunidades da ação climática, transformação digital e benefícios para equidade na saúde.

Uma outra via de investimento está nas próprias comunidades que podem ser agentes fortes na promoção de mais saúde e bem-estar para todos.

 

Tags: Bem estarMundoOMSONUSaúdevida

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