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Temperaturas extremas e conflitos forçam milhões a abandonar suas casas

Novo relatório do Acnur revela que pessoas forçadas a fugir enfrentam uma perigosa combinação de guerra, perseguição e catástrofes climáticas, que as empurra para um ciclo contínuo de deslocação e perda; tema é debatido na COP30, que ocorre em Belém, no Brasil, país citado no relatório.

Redação por Redação
11 de novembro de 2025
em Mundo
Nível do Rio Negro sobe, mas estiagem ainda não acabou no Amazonas

(Foto: Aguilar Abecassis)

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Um novo relatório da Agência das Nações Unidas para Refugiados, Acnur, revela que até meados deste ano, 117 milhões de pessoas haviam sido deslocadas devido a conflitos, violência e perseguição.

Três em cada quatro vivem atualmente em países altamente expostos a fenómenos climáticos extremos com consequências arrasadoras como  inundações, secas, ondas de calor e degradação ambiental que levam a crises humanitárias.

Deslocamentos e perdas crescentes

O estudo, divulgado nesta segunda-feira, informa que nos últimos 10 anos, desastres climáticos causaram cerca de 250 milhões de deslocamentos internos, o equivalente a 70 mil por dia.

O Acnur alerta que as comunidades afetadas por conflito e mudanças climáticas estão “presas num círculo vicioso”, onde cada novo choque climático destrói infraestruturas, agrava a pobreza e obriga famílias já deslocadas a fugir novamente.

Em países como Sudão, Chade, Etiópia, Paquistão e Brasil, o impacto de cheias, secas e temperaturas recorde está a ultrapassar a capacidade de resposta. Em algumas zonas do Chade, refugiados recém-chegados do Sudão recebem menos de 10 litros de água por dia – muito abaixo dos padrões humanitários mínimos.

O alto-comissário para Refugiados, Filippo Grandi, sublinhou que “milhões de pessoas que já perderam tudo estão agora a enfrentar novamente o desespero, sem recursos para se reerguerem”, apelando a uma resposta global mais equitativa e imediata.

Degradação ambiental e aumento da vulnerabilidade

O relatório destaca que 75% das terras africanas estão em degradação e mais de metade dos assentamentos de refugiados e deslocados encontram-se em zonas sob grave estresse ecológico.

A escassez de água e alimentos está a fomentar tensões locais e, em algumas regiões do Sahel, há indícios de que as perdas de subsistência associadas ao clima estão a impulsionar o recrutamento em grupos armados.

Até 2050, os campos de refugiados mais quentes do planeta, situados em países como Gâmbia, Eritreia, Senegal e Mali, poderão enfrentar 200 dias de calor extremo por ano, com graves riscos para a saúde e a sobrevivência das populações.

Financiamento insuficiente e resposta desigual

Apesar da urgência, o Acnur alerta para graves falhas no financiamento climático global. Países frágeis e afetados por conflitos, que acolhem milhões de refugiados, recebem apenas um quarto do apoio necessário, enquanto a maioria dos fundos internacionais nunca chega às comunidades deslocadas.

Grandi afirmou que os cortes no financiamento estão a limitar a capacidade de proteger famílias dos efeitos do clima extremo, ressaltando que “se queremos estabilidade, precisamos de investir onde o risco é maior”, acrescentando que a COP30 precisa de gerar ações concretas, e não promessas vazias.

Caminhos para a resiliência e inclusão climática

O Acnur defende que as comunidades deslocadas e de acolhimento devem ser incluídas nos planos climáticos nacionais e envolvidas nas decisões que afetam o seu futuro. A agência destaca que estas populações podem ser “agentes poderosos de resiliência”, desde que recebam investimento direcionado e apoio técnico para adaptação e recuperação.

Com a COP30 a decorrer em Belém, o relatório serve de apelo à ação: integrar a deslocação forçada nas políticas climáticas, garantir financiamento justo e reforçar a cooperação internacional. Só assim será possível quebrar o ciclo de deslocamento e construir um futuro mais seguro para milhões de pessoas na linha da frente da crise climática.

Tags: climaConflitoMundo

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