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Unesco destaca contribuição de seus sítios para o meio ambiente global

Areas protegidas somam mais de 13 milhões de km²

Agência Brasil por Agência Brasil
24 de abril de 2026
em Meio Ambiente
© Fernando Donasci/MMA

© Fernando Donasci/MMA

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Relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), divulgado nesta terça-feira (21), em Paris, destaca a grande contribuição de seus sítios protegidos para as pessoas e o meio ambiente.

No Brasil, entre esses locais de proteção estão algumas áreas como: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, incluído na lista do Patrimônio Mundial da Unesco, durante a 46ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial em Nova Delhi, na Índia, em julho de 2024; e o Parque Nacional de Iguaçu, inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco, em 1986.

“A área é rica biodiversidade inclui mais de 2000 espécies de plantas, 400 espécies de aves e possivelmente até 80 mamíferos, bem como inúmeras espécies de invertebrados”, diz a Organização.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Parque Nacional dos Lençóis abriga quatro espécies ameaçadas de extinção, o guará (Eudocimus ruber), a lontra-neotropical (Lontra longicaudis), o gato-do-mato (Leopardus tigrinus) e o peixe-boi-marinho (Trichechus manatus). Estima-se que a região tenha cerca de 133 espécies de plantas, 112 espécies de aves e pelo menos 42 espécies de répteis.

Áreas dão estabilidade

Embora as populações de animais selvagens tenham diminuído 73% em todo o mundo desde 1970, as que vivem nas áreas protegidas pela Unesco permaneceram comparativamente estáveis, informa o documento. Um quarto desses sítios, onde foram registradas mais de mil línguas, pertence a territórios de povos indígenas.

O relatório People and Nature in Unesco Sites: Global and Local Contributions (Comunidades e natureza nos Sítios da Unesco: contribuições locais e globais) examina, pela primeira vez, como uma rede única, todas as categorias da Unesco que envolvem Sítios do Patrimônio Mundial, Reservas da Biosfera e Geoparques Mundiais. São mais de 2.260 sítios que somam área superior a 13 milhões de quilômetros quadrados (km²), superior que a da China e da Índia juntas.

Impactos positivos

Na avaliação do diretor-geral da Unesco, Khaled El-Enany, os sítios protegidos pela instituição produzem impactos positivos para as pessoas e para a natureza.

“Nesses territórios, as comunidades prosperam, o patrimônio da humanidade perdura e a biodiversidade é preservada, enquanto se degrada em outros locais. O relatório mensura o valor global e as contribuições desses sítios e revela o que podemos perder se eles não forem priorizados”.

Segundo El-Enany, o documento é um chamado urgente para ampliar o grau de ambição e reconhecer os sítios da Unesco como ativos estratégicos para enfrentar a mudança do clima e a perda de biodiversidade, “além de investir imediatamente na proteção de ecossistemas, culturas e modos de vida para as gerações futuras”, declarou.

Pressão crescente

O relatório mostra que os sítios da Unesco abrigam mais de 60% das espécies mapeadas em todo o globo, das quais cerca de 40% não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta. Esses locais armazenam cerca de 240 gigatoneladas de carbono, ou o equivalente a quase duas décadas das emissões globais atuais, caso esse carbono fosse liberado, diz o documento.

Cada gigatonelada de carbono corresponde a um bilhão de toneladas. Anualmente, apenas as florestas dos sítios da Unesco respondem por cerca de 15% do carbono absorvido por florestas em todo o mundo.

A Unesco ressalta que apesar de sua importância em nível global, esses sítios enfrentam pressões crescentes. Quase 90% deles estão sujeitos a elevados níveis de estresse ambiental. Somente na última década, os riscos relacionados ao clima aumentaram 40%.

O relatório deixa claro que mais de um em cada quatro sítios da Unesco poderá atingir pontos críticos de ruptura até 2050, com impactos irreversíveis. E, se não houver ações mais robustas, os riscos podem levar ao desaparecimento de geleiras, ao colapso de recifes de coral, ao deslocamento de espécies, ao aumento do estresse hídrico e à transformação das florestas de sumidouros em fontes de carbono, destaca o documento.

Conexão

O relatório salienta a profunda conexão existente entre natureza e comunidades em todos os sítios da Unesco, que abrigam, juntos, quase 900 milhões de pessoas, ou o equivalente a 10% da população mundial.

“Mais de mil línguas estão documentadas nos sítios da Unesco, e ao menos 25% deles abrangem terras e territórios de povos indígenas”.

Esse percentual aumenta para quase 50% na África, no Caribe e na América Latina. De acordo com o relatório, a análise da produção econômica com os sítios e suas áreas adjacentes mostra que cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) global são produzidos nessas áreas.

O levantamento deixa claro também que os riscos futuros podem ser reduzidos de maneira significativa por meio de ações que sejam implementadas hoje: cada 1 grau Celsius (°C) de aquecimento evitado pode reduzir pela metade o número de sítios da Unesco expostos a grandes disrupções até o fim do século.

Essas áreas também têm um potencial ainda pouco explorado nas políticas climáticas, sinaliza o documento. Apesar de 80% dos planos nacionais relativos à biodiversidade incluírem sítios da Unesco, apenas 5% dos planos nacionais sobre clima fazem a mesma coisa.

A recomendação da Unesco é que as ações sejam intensificadas, com base em quatro pilares prioritários: restaurar os ecossistemas para reconstruir a resiliência; promover o desenvolvimento sustentável por meio do fortalecimento da cooperação transfronteiriça; integrar de forma mais ampla os sítios da Unesco aos planos climáticos globais; além de adotar uma governança mais inclusiva com os povos indígenas e as comunidades locais.

Vantagens

De acordo com a Unesco, os sítios sob sua proteção demonstram que pessoas e natureza podem prosperar juntas. Desde a “estabilização das populações de animais selvagens nesses territórios, em contraste com o declínio global, aos sucessos de ações de conservação como a recuperação de gorilas-das-montanhas em áreas afetadas por conflitos armados, esses locais mostram o que é possível quando a proteção é sustentada ao longo do tempo e é apoiada pelas comunidades locais”.

Realizado em parceria com mais de 20 instituições de pesquisa de referência em todo o mundo, o relatório destaca a necessidade de aumentar essa ambição de prosperidade conjunta entre pessoas e meio ambiente, reconhecendo os sítios da Unesco não apenas como áreas de conservação, mas como ativos estratégicos para enfrentar os desafios ambientais e sociais em todo o mundo.

“Investir na sua proteção hoje significa salvaguardar, para as gerações futuras, ecossistemas insubstituíveis, culturas vivas e os meios de subsistência de centenas de milhões de pessoas”, conclui o documento.

Tags: conservaçãoMeio AmbienteUnesco

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