No país, em março, houve crescimento de 0,8% nas vendas do Comércio. Seis das oito atividades investigadas na pesquisa avançaram, em nível nacional, em março deste ano. Dentre elas, os destaques foram os setores de Livros, jornais, revistas e papelaria (28,2%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,0%). Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada hoje, 15, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Variação mês/mês anterior – Amazonas tem o pior resultado do país, no volume de vendas do Comércio
No mês de março o Comércio Varejista do Amazonas, com –5,9%, apresentou a maior queda no volume de vendas, entre as Unidades da Federação. Os melhores resultados foram da Paraíba (3%), Goiás (2,4%) e Distrito Federal (2,1%). Por outro lado, os piores desempenhos ficaram com Amazonas (-5,9%), Sergipe (-2,1%) e Rondônia (-1,2%).
Variação mês/mesmo mês do ano anterior
No índice que compara a variação interanual, o Amazonas ficou na vigésima posição entre as Unidades da Federação, com variação de –1,6%. Os melhores desempenhos ficaram com Amapá (11%), Mato Grosso (7,7%) e Piauí (7,4%). Já os piores resultados foram do Rio de Janeiro (-6,7%), Bahia (-5,6%) e Rio Grande do Norte (-5%).

Variação acumulada no ano
Em março a variação acumulada no ano, das vendas do Comércio Varejista no estado, ficaram com taxa de 2,9%, colocando o Amazonas na décima primeira posição entre as Unidades da Federação. Amapá (11,6%), Santa Catarina (6,3%) e Piauí (5%) tiveram os melhores desempenhos. Já Roraima (-4,6%), Rio de Janeiro (-2,7%) e Sergipe (-1,9%) ficaram com os menores resultados em março.

Variação Acumulada em 12 meses
No índice que mede o volume de vendas, acumulada em 12 meses, a variação ficou em 4,5%, no estado. A taxa deixou o Amazonas na décima primeira posição entre as Unidades da Federação. Os melhores índices foram do Amapá (16,2%), Paraíba (10,7%) e Rio Grande do Sul (7,5%). Os piores desempenhos de vendas do comércio, em março, ficaram com Rio de Janeiro (-0,4%), Mato Grosso (-0,3%) e Espírito Santo (2%).

Varejo Ampliado
No Varejo Ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças, Material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, no mês de março, o Amazonas teve variação de –1,7%; na comparação interanual o índice ficou em 3,2%; no acumulado do ano a variação foi de 5,3%; e na variação acumulada em 12 meses o índice ficou em 7,9%.

Varejo Ampliado – Variação mês/mês anterior
O volume de vendas no Varejo Ampliado, na passagem de fevereiro para março, teve variação de –1,7%, no estado, deixando-o em penúltima posição entre as Unidades da Federação. Os melhores resultados foram do Paraná (4,7%), Espírito Santo (3,7%) e Paraíba (3,7%). Os piores desempenhos ficaram com Rondônia (-2,1%), Amazonas (-1,7%) e Roraima (-1,1%).

Variação Interanual
Na variação que compara o mês com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de 3,2% no estado. O índice deu ao Amazonas na décima primeira posição no ranking nacional do volume de vendas. Os melhores desempenhos no varejo ampliado interanual foram do Amapá (10%), Mato Grosso (8,2%) e Santa Catarina (5,8%). Os piores resultados ficaram com Pernambuco (-7,3%), Bahia (-7,1%) e Maranhão (-6,5%).

Variação acumulada no ano
No acumulado do ano, no Varejo Ampliado, a variação das vendas, no Amazonas, foi de 5,3% e colocou o estado na sétima posição entre as Unidades da Federação. Amapá (12%), Rio Grande do Sul (6,8%) e Santa Catarina (6,4%) tiveram os melhores desempenhos. Já Maranhão (-4,6%), Roraima (-2,8%) e Bahia (-2,5%) ficaram com os menores resultados.










