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Número de pessoas em união conjugal aumenta em mais de 230 mil, em 12 anos no Amazonas

Redação por Redação
8 de novembro de 2025
em Amazônia
FOTOS: Raine Luiz/Sejusc

FOTOS: Raine Luiz/Sejusc

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De um total de 3,1 milhões de pessoas, de 10 anos ou mais de idade, no Amazonas, 1,5 milhão viviam em união conjugal, em 2022. No lado oposto 1,6 milhão de pessoas não viviam em união conjugal. No mesmo ano, 544.397 pessoas, na mesma faixa de idade, não viviam, mas já viveram em união conjugal e, em situação de neutralidade, aparecem 1,1 milhão de pessoas que nunca viveram em união conjugal.

Entre 2010 e 2022 a quantidade de pessoas que viviam em união conjugal aumentou em 230.015 pessoas; os que não viviam em união conjugal cresceram em 198.138; os que não viviam, mas já viveram união conjugal cresceram em 185.417; e o total de pessoas que nunca viveram em união conjugal aumentou em mais 12.722 pessoas, em 12 anos. Os dados divulgados hoje, 05, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são do Censo 2022 sobre nupcialidade e família.

 A investigação da nupcialidade e família abordou os estados conjugais com pessoas em união conjugal; pessoas que não viviam, mas já viveram união conjugal; e aquelas que nunca estiveram em união conjugal. Além disso, investigou a natureza da união (casamento civil e religioso; casamento religioso; casamento civil; e união consensual); a condição do domicílio (relação do responsável do domicílio com cada um dos moradores); a unidade doméstica (pessoa morando sozinha; conjunto de pessoas morando no domicílio); a família (pessoas ligadas por parentesco, na unidade doméstica); a família única (apenas uma família na unidade doméstica); a família convivente (os núcleos de famílias, em uma mesma unidade doméstica); o tipo de unidade doméstica (unipessoal; com duas pessoas ou mais sem parentesco; com duas pessoas ou mais com parentesco); o tipo de composição familiar (famílias únicas e conviventes principais); e a identificação das famílias (identificação de categorias de parentesco desagregando cônjuges por sexo; filhos por consanguinidade; por afinidade; etc).

A nupcialidade representa uma das variáveis centrais nos estudos sociodemográficos, dada sua estreita relação com os padrões de formação familiar e os impactos sobre fecundidade. Embora a constituição de famílias e a geração de filhos possam ocorrer fora dos vínculos formais de união, a análise das uniões permite identificar estruturas familiares que influenciam diretamente a dinâmica demográfica de uma população.

Amazonas é terceiro com maior percentual de pessoas solteiras

Proporcionalmente, entre as Unidades da Federação, o Amazonas ocupou a terceira posição no ranking nacional de pessoas que não viviam em união, os chamados solteiros, com 51,94% do total de pessoas, com 10 anos ou mais de idade. Os maiores percentuais foram encontrados no Amapá (52,9%) e Distrito  Federal (52,2%). Já os estados com os menores percentuais de solteiros foram Santa Catarina (41,64%), Rondônia (44,63%)e Paraná (44,69%).

Em Manaus, o percentual de solteiros ,no total da população acima de 10 anos, atingiu 53,7%, o que a colocou na 7ª posição entre as capitais com os maiores percentuais de solteiros em relação ao total da população de 10 anos ou mais.

Itacoatiara aparece como o segundo município com maior número de pessoas fora de uniões conjugais

Entre os 62 municípios amazonenses, os com maior quantidade de pessoas em união conjugal, em 2022, foram Manaus, com 805.401 pessoas (46,2%); Manacapuru com 40.950 pessoas (49,7%); e Itacoatiara com 40.663 pessoas (48,3%). Já entre os com menor quantidade de uniões conjugais estavam Santa Isabel do Rio Negro, com 2.681 pessoas; (45,1%), Amaturá ,com 2.901 pessoas (50,5%); e Japurá com 2.974 pessoas (52,3%).

Os municípios com os maiores percentuais de pessoas que não viviam em união conjugal (os solteiros) foram Santa Isabel do Rio Negro (58,3%), Urucurituba (54,9%) e Manaus (53,7%). Aquelas pessoas que não viviam, mas já estiveram em união conjugal apareceram em maior percentual em Rio Preto da Eva (20,3%), Manaus (19,3%) e em Itacoatiara (18,1%). Por fim, o maior percentual de pessoas que nunca viveram união conjugal, foram encontrados em Santa Izabel do Rio Negro (46,6%), em Urucurituba (40,6%) e em Jutaí (40,3%).

Maior quantidade de mulheres e homens em união conjugal era das religiões Católica e Evangélica

No Amazonas o número de mulheres que vivam em união conjugal era de 749.546, frente 746.954 homens, em 2022. Já os que não viviam em união conjugal tinham 821.596 mulheres contra 795.713 homens. Na religião Católica, entre os que viviam em união conjugal estavam 338.766 mulheres frente a 360.380 homens. A quantidade das pessoas que não viviam em união conjugal era de 395.853 mulheres contra 396.813 homens. Na religião Evangélica, a quantidade de mulheres em união conjugal somou 327.606 mulheres, sendo maior que a de homens (291.238). Já as que não viviam em união conjugal tinha 322.962 mulheres, na mesma religião, sendo também maior que a quantidade de homens (282.964).

Entre as pessoas que declararam não ter religião, a quantidade de mulheres em união conjugal era menor que a de homens (43.748 mulheres frente a 57.424 homens). Da mesma forma, a quantidade de mulheres que não viviam em união conjugal apareceu menor que a de homens (56.114 mulheres frente a 74.547 homens).

Pessoas de 35 a 39 anos ficaram no maior grupo de pessoas em união conjugal no Amazonas, em 2022

Em se tratando de grupos por faixa etária com maior quantidade de pessoas em união conjugal, no Amazonas, entre 290 mil pessoas ,de 35 a 39 anos, 205.059 estavam em união conjugal e 85.214 não viviam em união conjugal. Já o grupo da faixa etária com menor quantitativo de pessoas em união conjugal foi das pessoas de 10 a 14 anos (1.672 pessoas) e das pessoas de 80 anos ou mais (12.462 pessoas). O grupo com maior número de pessoas que não viviam em união conjugal, em 2022, foi o das pessoas na faixa etária de 10 a 14 anos (334.835 pessoas) e o grupo com o menor quantitativo foi das pessoas de 75 a 79 anos (20.732 pessoas).

No país, na distribuição por sexo das pessoas que viviam unidas (por casamento civil e/ou religioso ou união consensual), notou-se uma diferença entre homens e mulheres segundo os cortes etários. Mulheres mais novas, com idade até 39 anos, estavam unidas em uma proporção mais elevada do que homens do mesmo grupo etário. A partir de 40 anos, isso se reverte, há uma maior proporção de homens unidos, chegando há uma diferença de quase seis pontos percentuais entre as pessoas de 60 anos ou mais. Essas diferentes proporções corroboram a tendência de homens se unirem com uma média de idade maior, de 26 anos, em comparação com a média de 23,5 anos para as mulheres.

Maior grupo etário em união conjugal, no estado, tinha ensino médio e superior incompleto

Em se tratando de nível de instrução, a pesquisa mostra que, no estado, do total 1,5 milhão de pessoas, de 10 anos ou mais de idade, o maior grupo em união conjugal somava 581.456 pessoas e estas tinham ensino médio e superior incompleto. Por sua vez, o menor grupo de pessoas em união conjugal era daquelas que tinham ensino superior completo (207.365 pessoas). Já do total de 1,6 milhão de pessoas ,que não viviam em união conjugal, o maior grupo de pessoas era de pessoas sem instrução e fundamental incompleto (682.686 pessoas). Entre os que tinham ensino superior e que não viviam em união conjugal, o total somava 133.697 pessoas.

Por cor ou raça, a pesquisa de nupcialidade e família identificou que a maior parte das pessoas que viviam em união conjugal, no Amazonas, eram da cor parda (1,1 milhão de pessoas); seguida pelas pessoas de cor branca (265.210 pessoas); da cor preta (89.538 pessoas); de pessoas indígenas (62.308 pessoas); das pessoas da cor amarela (3.155 pessoas); e de 97 pessoas que não declararam cor ou raça. Entre as pessoas que não viviam em união conjugal, o maior grupo era também o das pessoas da cor parda (1,2 milhão de pessoas); seguido das pessoas de cor branca (309.159 pessoas); daquelas de cor preta (81.713 pessoas); dos indígenas (63.410 pessoas); das pessoas de cor amarela (2.677 pessoas); e das pessoas que não declararam cor ou raça (132 pessoas).

Indígenas

Entre 135.594 pessoas indígenas, de 10 anos ou mais de idade, no estado, 85 mil viviam em união consensual, em 2022. No grupo da união conjugal ,por meio de casamento civil e religioso, havia 20.420 indígenas; em união conjugal ,somente pelo casamento civil, foram contados 16.572 indígenas; e em união conjugal ,através apenas do casamento religioso, apareceram, na pesquisa, 12.180 indígenas.

Pessoas residentes em domicílios, pela condição no domicílio

No Amazonas, do total de 3,1 milhões de pessoas residentes em domicílios particulares, 1,5 milhão viviam em união conjugal e 1,6 milhão não viviam em união conjugal. Ao todo, 1 milhão de pessoas eram responsáveis pelo domicílio; 637.532 eram cônjuges ou companheiros do responsável pelo domicílio; 486.055 eram filhos (as) do responsável e do cônjuge; 392.937 pessoas eram somente filhos (as) dos responsáveis pelos domicílios; 116.037 pessoas eram netos (as); 94.009 pessoas eram outros parentes; 79.996 pessoas eram irmãos e irmãs do responsável do domicílio; 75.237 pessoas eram genros ou noras; 66.025 pessoas eram pai, mãe, padrastos ou madrastas; 46.909 pessoas eram enteados; 35.392 pessoas não tinham parentesco; 12.074 pessoas eram sogros (as); 5.368 pessoas eram cônjuges ou companheiros (as) do mesmo sexo; 3.762 pessoas eram avôs e avós; e 1.819 pessoas eram bisnetos.

Uniões homoafetivas – pessoas com rendimento de até ½ salário-mínimo eram o maior grupo, em 2022

Considerando a condição de cônjuge ou companheiro (a) do mesmo sexo, de pessoas de 10 anos ou mais de idade, a pesquisa de Nupcialidade e Família contou, no Amazonas, 5.320 uniões entre pessoas do mesmo sexo. A maioria vivia em união consensual (4.604 pessoas); seguida por uniões somente de casamento civil (412 pessoas); das uniões por casamento civil e religioso (176 pessoas); e das uniões somente de casamentos no religioso (127 pessoas).

Em se tratando das classes de rendimento mensal domiciliar per capita, nas uniões conjugais de pessoas do mesmo sexo, o maior grupo era das pessoas que ganhavam até ½ salário mínimo (1.519 pessoas); seguido das pessoas com rendimento de mais de ½ a 1 salário mínimo (1.232 pessoas); das pessoas com rendimento per capita de mais de 1 a 2 salários mínimos (1.135 pessoas); daquelas que ganhavam mais de 2 a 3 salários mínimos (498 pessoas); das que recebiam mais de 5 salários mínimos (340 pessoas); das pessoas com rendimento de mais de 3 a 5 salários mínimos (338 pessoas) e daquelas sem rendimento (258 pessoas).

Famílias

A pesquisa de nupcialidade e família mostra que, no último Censo, do total de 1 milhão de famílias residentes em domicílios particulares, no Amazonas, a maioria era de família única (780.525 unidades domésticas); seguida famílias conviventes (268.144 unidades); de famílias conviventes principais (122.806 unidades); de famílias conviventes secundárias (122.723 unidades); de famílias conviventes terciárias (19.358 unidades); de famílias conviventes quaternárias (2.804 unidades); e de famílias conviventes quinárias ou mais (454 unidades).

No estado, a maioria das famílias era de duas pessoas (322.863 unidades domésticas) e de três pessoas (308.293 unidades).

Vale lembrar que unidade doméstica refere-se ao conjunto de pessoas que compartilha um domicílio particular, organizando-se individualmente ou em grupo para assegurar alimentação e outros bens essenciais à sua subsistência.

Tipo de composição familiar – Famílias de casais com filhos predominam no estado

Entre os 903.330 tipos de composições familiares encontradas no Amazonas, em 2022, o maior foi de famílias de casal com filhos (399.308 unidades domésticas); seguido por casal sem filhos (136.255 unidades) e por mulher sem cônjuge com filhos (109.382 unidades).

Com o aumento da expectativa de vida e a queda nas taxas de fecundidade, as famílias passaram a incluir avós e netos, refletindo uma convivência intergeracional mais prolongada e configurando o que se chama de Segunda Transição Demográfica (STD).

Os modelos tradicionais de família vêm cedendo espaço a configurações mais plurais, como uniões consensuais, as famílias reconstituídas – formadas após separações e divórcios, nas quais os filhos podem ser de apenas um dos cônjuges – e as famílias monoparentais, que se tornam cada vez mais comuns.

Composição familiar com pelo menos um indígena no domicílio

O quantitativo das famílias únicas e conviventes que, em 2022, tinham pelo menos uma pessoa indígena no domicílio (96.939 unidades) também teve as famílias de casal com filhos (47.330 unidades) com o maior quantitativo; seguido pelas famílias de casal sem filhos (12.193 unidades) e de mulher sem cônjuge e com filhos (9.256 unidades).

Mais sobre a pesquisa

O Censo Demográfico 2022 sobre Nupcialidade e Família: Resultados preliminares da amostra, traz informações referentes à nupcialidade das pessoas de 10 anos ou mais de idade, com desagregação por estado conjugal e natureza da união conjugal, além de dados de família detalhados por existência ou não de famílias conviventes, quantidade de componentes e composição familiar. Os resultados estão desagregados também por idade, sexo, cor ou raça, grandes grupos de religiões declaradas, nível de instrução e classes de rendimento per capita, e serão disponibilizados para Brasil, grandes regiões, estados e municípios e outros recortes geográficos compostos a partir de municípios.

Tags: AmazonascasamentoIBGEManaus

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